#inspiração – quarto do bebê e do casal

O quarto do bebê muitas vezes não pode ser diferente do quarto do casal. Por indisponibilidade de espaço, por exemplo, o casal tem que dividir o quarto com o bebê. As dúvidas são muitas em relação a isso, principalmente sobre decoração. Neste aspecto, fiz uma pesquisa em alguns blogs estrangeiros para trazer a vocês alguma inspiração.

De pronto, já aviso que cada canto é um canto. Logo, não vale se frustrar por não conseguir seguir a risca uma ideia. A criatividade deve ser exercitada de acordo com suas possibilidades.

Cortinas

Gostei muito da ideia de fazer uma divisão entre o cantinho do bebê e o dos pais com cortinas. Além de deixar o ambiente mais bonito, permite a sensação de privacidade sem afastar os pais do bebê. É preciso estar atento ao material dessas cortinas, procurando aqueles anti qualquer coisa que seja prejudicial à saúde do bebê – como mofo, por exemplo.

As cortinas estão em sintonia com os detalhes no berço

As cortinas estão em sintonia com os detalhes no berço

Cores e detalhes

Uma boa alternativa na decoração é a sincronia das cores e o destaque dos detalhes, como neste exemplo do quarto girafa. Tanto o berço como a cama utilizam a mesma parede como apoio. A parede, com linhas quebradas cinzas sobre o branco gelo de uma ponta a outra dá uma sensação de amplitude, é compartilhada assim como as cores dos tecidos no berço e na cama. Destaque para girafa que dá um contexto à utilização do amarelo. Ficou muito fofo.

Tanto o berço, como a cama compartilham os mesmo elementos de cor.

Tanto o berço, como a cama compartilham os mesmo elementos de cor.

Charme nos detalhes

Neste exemplo, o charme está nos detalhes. A parede não transmite informações, deixando a cargo do berço, da cômoda-trocador e dos enfeites nela instalados. É um jeito bacana de decorar sem ter que fazer grandes mudanças, como uma pintura na parede, por exemplo. Basta aplicar detalhes que conversem entre si.

O estilo rústico dos móveis dão um toque especial ao ambiente

O estilo rústico dos móveis dão um toque especial ao ambiente

Economizando espaço com móveis planejados

Uma boa alternativa para quem não dispõe de muito espaço são os móveis planejados. A versatilidade que eles proporcionam ampliam o espaço por serem vários móveis num só. Por exemplo, este berço que já traz consigo o trocador, o porta fraldas e a lixeira ou cesto de roupas sujas, além da cama auxiliar.

Além de prático, é um charme a combinação do aspecto madeira com os detalhes brancos

Além de prático, é um charme a combinação do aspecto madeira com os detalhes brancos

Aproveitando cada cantinho

A criatividade resolve tudo mesmo. Aproveitando cada cantinho com uma ideia prática você terá a solução do problema do quarto do bebê. Das ideias que encontrei por aí, esta foi uma das que eu mais gostei. Aproveitando o que antes poderia ser o espaço para um armário embutido, o cantinho do bebê ficou garantido. O berço já tem um trocador removível e uma cestinha. A cômoda tem espaço para guardar boa parte das roupas e acessórios do bebê. A estante, na minha opinião é dispensável. Já a poltrona, adorei como ela quebra o contraste exclusivo do preto e branco.

ao fundo, uma parede escura para destacar o contraste entre o branco dos móveis do bebê

ao fundo, uma parede escura para destacar o contraste entre o branco dos móveis do bebê

O que eu mais gostei foi este pequeno closet feito na parte externa do cantinho do bebê. Uma pequena arara que além de ser útil, decora o ambiente. Coisa mais fofa.

Uma forma bem inteligente de dispor aquelas roupinhas que só podem ser guardadas no cabide

Uma forma bem inteligente de dispor aquelas roupinhas que só podem ser guardadas no cabide

As imagens desse post foram retiradas dos seguintes sites:

http://cdn4.blogs.babble.com/

http://mangacompimenta.com

http://www.homeaway.pt

http://jessicapaulino.blogspot.com.br

http://www.inhabitots.com/

http://www.passiondecor.me

 

 

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Banho de balde para bebês

O banho de balde pode fazer maravilhas pelo seu bebê, vai por mim. Desenvolvida por especialistas holandeses há 15 anos, esta técnica de banho promove o relaxamento do bebê. Se seu filhote chora muito na banheira, tente o baldinho.

bebê no baldeDesde recém-nascida dou um banho de balde na Bia por dia. No início, ela não aceitava bem, já fazendo força para ficar de pé na água. Até que eu percebi que ela permanecia sentada se eu a colocasse no balde vazio e fosse enchendo aos poucos.

Agora é mais tranquilo. Ás vezes ela relaxa tanto que dorme. Uma boa dica é fazer uma massagem, como a shantala, antes do banho. É tiro e queda.

Também foi perceptível a diferença de humor da pequena nos dias sem banho de balde. Ela fica mais enjoadinha porque não consegue defecar, e o banho estimula o funcionamento do intestino.

Aliás, por se assemelhar ao ambiente intra-uterino, o banho de balde acalma o bebê que sofre com cólicas.

Eu comprei um ofurô próprio para bebês, que não é barato. Mas não tem problema usar um balde comum, desde que ele seja utilizado exclusivamente para este fim, tenha as bordas arredondadas para não machucar o bebê e de preferência transparente para facilitar a visualização.

A água deve cobrir o pescoço da criança. Não encha o balde até a borda, porque quando o bebê entrar a água vai subir. NUNCA deixe o bebê no balde sem supervisão.

Atenção para esta dica especial da leitora Jazz:

Vale a pena complementar que o único meio de melhorar o refluxo sem medicamento (já que todos foram reprovados na avaliação de custo x benefício, devido aos seus efeitos colaterais) é o banho de balde.

Na verdade, com o relaxamento causado pela água morna, as cólicas causadas pelo refluxo melhoram e a posição vertical do bebê ajuda o alimento a “descer”.

 

Queda de cabelo depois da gravidez

A queda de cabelo após o parto é normal, mas assusta! Estou passando por isso e me choco ao ver os tufões de cabelo que ficam na minha mão durante o banho ou com a quantidade de fios espalhados pela casa. Essa queda de cabelo tem relação com o destino. Explico:

tufa de cabeloTodas as pessoas, normalmente, perdem cerca de 100 fios de cabelo por dia, que são repostos continuamente. Durante a gravidez, a modificação hormonal acaba evitando a queda de cabelos. Sem contar que, a maioria, as futuras mamães ficam com os cabelos lindos como nunca. Essa modificação positiva durou até 2 meses e meio após o parto, foi quando, de repente, meu cabelo começou a cair. Isso acontece porque aqueles 100 fios diários que eu deveria ter perdido durante a gestação e não perdi têm que cair de todo jeito. Está predestinado. Logo, vão cair todos. Mas acalme-se, ninguém fica careca por isso.

Algumas mulheres só começam a ter queda de cabelo quando deixam de amamentar completamente ou complementam o aleitamento com fórmula ou sólidos. Não sei dizer se é sorte ou azar adiar esta queda…

Segundo o meu livro de cabeceira “O que esperar quando está esperando“, para manter o cabelo sadio é preciso comer bem e manter suplementação vitamínica normalmente indicada pelo seu médico. Além disso, é preciso tratar bem os cabelos. O que, para ele, significa lavá-los só quando necessário ( no meu caso todos os dias), usar condicionador para evitar o embaraçamento, usar pentes de dentes largos se tiver de desembaraçá-los, e evitar a aplicação de calor (secadores, chapinhas e afins). É bom evitar permanentes, tingimentos e outros tratamentos químicos até que suas mechas pareçam ter voltado ao normal.

Vale também investigar se você considerar a queda excessiva. Pode ser sinal de alguma doença, como a da tireóide. A queda também pode ser maior ou menor entre uma gravidez e outra.

Agora, fico imaginando se eu não tivesse cortado o cabelo… a sensação de queda seria muito maior e eu estaria me tratando psicologicamente agora rsrsrs

Aletramento Materno – o que pensar?

Aletramento Materno pode não ser positivo ao desenvolvimento da criança? É a questão que me paira desde que fui apresentada à esta possibilidade e gostaria da sua opinião a respeito. A técnica promete ensinar bebês a ler, tendo leitura fluente aos 2 anos e meio de idade.

Quais os riscos e benefícios do aletramento materno?

Quais os riscos e benefícios do aletramento materno?

Consiste em estimular a criança desde seu nascimento a reconhecer palavras, figuras e cores – gradativamente conforme a idade – justificando que neste período ela tem mais interesse em aprender. Não duvido disso, mas, com tantas descobertas que ela já faz naturalmente, exigir que ela aprenda a ler tão nova não seja algo além da conta? Quais os benefícios? Quais os riscos?

Sinceramente, não consegui formar uma opinião concreta sobre o que li a respeito. Eu aprendi a ler aos três anos, ensinada por meu pai. Claro, não foi por essa técnica que parece ser um tanto recente e não sofri danos, até porque a vontade de aprender a ler partiu de mim – para ler gibis – e não fui cobrada para isso.

Queria saber a opinião de outras mães, pediatras e psicólogos a respeito. Quem desconhece a temática, indico que veja a página Aletramento Materno – Artesanato da Leitura.

Três meses de Beatriz

Beatriz completa 3 meses hoje e posso dizer que aprendi mais neste período do que em toda minha vida. São exercícios diários de paciência, compreensão e empatia. Dar valor a pequenos gestos, pequenos avanços como se fossem magníficos – e são – tem me tornado mais passiva e menos exigente.

Também passei a reconhecer e dar mais valor a tudo o que meus pais fizeram e ainda fazem por mim. Ser mãe ou pai é mais que gerar uma criança é dedicar-se além do possível para que outra vida possa caminhar para fazer o mesmo por alguém.

Às vezes sinto falta da minha barrigona, ou saudade daqueles sábados em que acordar era hábito lá pra depois das dez, ou ainda do chopp gelado numa sexta-feira quente com as amigas no Fausto & Manuel, mas tudo isso parece muito pequeno quando enxergo a paixão daqueles olhinhos de biloca que transbordam num sorriso a alegria por me ver. Daí em diante nada mais importa. Só sua alegria, seu bem-estar e desenvolvimento importam.

Por falar nisso, na última consulta recebemos parabéns do pediatra pela forma como cuidamos de Bia. Muito esperta e com desenvolvimento acima da média: “é uma grandona”.

6,280g distribuídas por 61cm de muita gostosura.

Ter um bebê é mesmo uma dádiva em nossas vidas.

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Viajando com um bebê de dois meses

Viajar com um bebê não é tarefa fácil, mas é perfeitamente possível e pode ser muito prazeroso. Neste final de ano, decidimos arriscar uma viagem de carro com Bia e deu tudo certo.

Fomos de Brasília à Sacramento/MG e como são mais de 500km de distância e cerca de 6 horas de viagem de carro, a escolha do horário de saída foi crucial: à noite. Como Beatriz dorme à noite toda, deixamos para realizar o trajeto enquanto ela dormia, assim ela não se entediou tanto no percurso.

Paramos apenas no horário em que ela acorda normalmente para sua primeira mamada do dia, por volta das 7h da manhã, e depois seguimos viagem. Paramos novamente para nos alimentarmos e dar um passeio com Bia, porque ficar horas deitada no bebê conforto não deve ser tão confortável assim.

O destino era a represa da usina de Jaguara. Um lugar de muito verde e tranquilidade. Como fazia muito calor e água da represa estava morna, até Bia entrou na água. Todos aproveitamos.

bebê tomando sol na sombraApesar de não ser indicado para menores de seis meses, não abrimos mão do protetor solar e do repelente. Mas, não recomendo a ninguém, apesar de ter sido bom para Beatriz. Porque esta tolerância pode variar de criança e por sorte ela não tem nenhum tipo de sensibilidade. Também não abusamos, fazendo uso em pequena quantidade.

Na pousada tinha crianças e bebês de todas as idades, um lugar bem família. Outro ponto a ser considerado, o ambiente. Afinal, a criança já terá que passar pela transição de sair do seu cantinho, do seu lar para um lugar completamente diferente. É preciso, apesar de não estar em casa, não sair da rotina do bebê. Hora do banho, das mamadas e de dormir devem ser respeitadas.

Mas o mais bacana de tudo isso é, além de promover o descanso e a interação familiar, iniciar a adaptação da criança em estar em locais que não seja a própria casa. Mais pra frente isso poderá fazer diferença no comportamento dela fora de casa. Lembrando que cada um tem seu tempo e seu modo.

O que levar na viagem com um bebê?
Muitas roupas para o bebê – pense em duas a três roupas para cada dia
Sling ou canguru – dependendo da programação, o carrinho pode não ser o transporte ideal e carregar no colo é bem cansativo
Carrinho de passeio – para percursos longos e que permitam o veículo
Fraldas – muitas, muitas para não passar por aperto
Toalhas e todos os objetos essenciais do bebê

Bebe sorridente no bebê confortoE não se esqueça: segurança é fundamental. Bebê ou criança, só no assento correspondente à sua idade e/ou peso e com uso correto dos equipamentos de segurança seja do bebê conforto, da cadeirinha ou do próprio veículo. Assim, todos aproveitam e sem riscos.